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Exclusiva ou não exclusiva: o que lhe convém em cada caso

Atualizado 2026-09-13

É a decisão que mais dinheiro move e a que quase ninguém explica. Aqui ficam os três escalões e quando compensa cada um.

Não exclusiva

Vende o direito de explorar o material, mas continua a ser o titular e pode vendê-lo a quem quiser, as vezes que quiser.

Quando compensa: material de arquivo genérico — paisagens, texturas, planos de cidade, pessoas a trabalhar — que pode colocar em várias plataformas ao mesmo tempo. Cinco vendas não exclusivas superam quase sempre uma exclusiva.

Exclusiva temporária

Durante um prazo, normalmente de seis a vinte e quatro meses, só um comprador o tem. Passado o prazo volta a ser seu para vender onde quiser, sem afetar as licenças que o comprador já concedeu.

Quando compensa: material de atualidade ou de época, que vale muito agora e pouco daqui a um ano. Recebe o prémio enquanto vale, e recupera-o quando já quase não importa.

Exclusiva perpétua

Cede em exclusivo para sempre. Não volta a vendê-lo.

Quando compensa: peças únicas e difíceis de repetir, ou material cujo mercado é tão pequeno que não vai encontrar cinco compradores. Também quando quer fechar o assunto e receber de uma vez, sem gerir mais nada.

O que quase ninguém sabe

Com uma licença não exclusiva, o comprador não pode processar quem pirateie o material: legitimidade só tem o titular ou um licenciado exclusivo. Se o preocupa que o seu material circule sem controlo, esse é um argumento a favor da exclusiva, porque o comprador terá incentivo e capacidade para o perseguir.

Antes de assinar qualquer exclusiva

Publicamos os três escalões com a sua faixa de avaliação ao enviar o material, e o que escolher fica escrito no contrato que assina antes de receber.

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A avaliação é grátis e não o compromete a nada.

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